Como se mede a inflação e a deflação?

Como se mede a inflação e a deflação?

Para medir a inflação e a deflação, são utilizados índices de preços, que são calculados por órgãos oficiais de pesquisa, com base em uma cesta de bens e serviços consumidos pela população. Esses índices podem variar de acordo com a metodologia, a abrangência, a periodicidade e o público-alvo.

No Brasil, os principais índices de preços são:


- IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo): mede a variação dos preços para as famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos, em 11 regiões metropolitanas, além de Brasília e Goiânia. É o índice oficial de inflação do país, utilizado como meta pelo Banco Central e como referência para os reajustes salariais e contratuais.
- INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor): mede a variação dos preços para as famílias com renda de 1 a 5 salários mínimos, nas mesmas regiões do IPCA. É utilizado como referência para os reajustes dos benefícios sociais, como o salário mínimo e as aposentadorias.
- IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado): mede a variação dos preços para o setor produtivo, abrangendo os preços no atacado, no varejo e na construção civil. É utilizado como referência para os reajustes de aluguéis, tarifas públicas e contratos de longo prazo.
- IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna): mede a variação dos preços para o setor produtivo, abrangendo os preços no atacado, no varejo e na construção civil. É utilizado como referência para os reajustes de contratos de energia elétrica e de telefonia.

Como se combate a inflação e a deflação?



Para combater a inflação e a deflação, são utilizadas políticas econômicas, que podem ser de natureza monetária, fiscal ou cambial. Essas políticas podem ser classificadas em:

- Políticas expansionistas: são aquelas que visam aumentar a demanda agregada, estimulando o consumo, o investimento, o crescimento econômico e a geração de empregos. São exemplos de políticas expansionistas: a redução da taxa de juros, o aumento dos gastos públicos e a desvalorização cambial. Essas políticas são mais adequadas para combater a deflação.
- Políticas contracionistas: são aquelas que visam reduzir a demanda agregada, contendo o consumo, o investimento, o crescimento econômico e a geração de empregos. São exemplos de políticas contracionistas: o aumento da taxa de juros, o corte dos gastos públicos e a valorização cambial. Essas políticas são mais adequadas para combater a inflação.

Conclusão


A inflação e a deflação são fenômenos econômicos que afetam os preços, o consumo, os investimentos e o emprego em um país. Eles podem ter causas e consequências diversas, dependendo da intensidade, da duração e das expectativas dos agentes econômicos. Para medir a inflação e a deflação, são utilizados índices de preços, que refletem a variação dos custos de vida da população. Para combater a inflação e a deflação, são utilizadas políticas econômicas, que podem ser de natureza monetária, fiscal ou cambial.

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